sábado, 15 de outubro de 2011

Falecimento

Faleceu em França o conterrâneo José Rebelo.
O funeral irá realizar-se no Carvalhal, mas e face a condicionalismos legais, a data ainda não foi agendada.

sábado, 8 de outubro de 2011

Ruas do Carvalhal

O trabalho que hoje se apresenta foi elaborado com a indispensável colaboração de Vasco Gaspar, que, como sempre, está disponivel para ajudar no que diz respeito ao Carvalhal.


Pretende-se motivar os carvalhenses para o assunto, assim como, chamar a atenção da Câmara Municipal e Junta de Freguesia, por lhes caber o dever de o implementar.


Preservando memórias do passado, são estes os nomes que Vasco Gaspar entende que devem ser mantidos.


Rua da Igreja- começa no barroco da cruzinha e termina nas fontaínhas.


Rua do Cabo do Lugar- começa no largo do forno e termina na margarida.


Rua da Quelha- começa no largo do forno e termina na vinha da quelha.


Rua da Mija Velha- começa no largo do forno e termina na fonte da mija-velha,


Rua do Fundo do Lugar- começa no largo do forno e termina no cimagral.


Rua Ti Manuel Gaspar- começa no largo do fundo do lugar e termina na rua do fundo do lugar.


Largo da Lameira- começa no largo do forno e termina no largo do oitão.


Rua do Outeiro- começa no largo da lameira e termina no outeiro.


Rua Manuel Caetano- começa no largo da lameira e termina na rua do outeiro.


Rua do Cimo do Povo- começa no largo do oitão e termina nas paijoanas.


Rua Cruzinha do Azinhal- começa no largo do oitão e termina no chão das figueiras.


Rua de St.António- começa no largo do oitão e termina na rua fundo do lugar.


Travessa de St.António- começa no largo da lameira e termina na rua Manuel Gaspar.


Entendemos ser necessário consenso e participação alargada.


Em minha opinião, entendo que a rua do Cimo do Lugar deve terminar no largo das moreirinhas e daí segue a rua das paijoanas. É apenas uma opinião.


Participem

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Vindimas



Estão terminadas as vindimas no Carvalhal.

Como se previa, face a temperaturas um pouco acima do que é normal para esta época e a ausência de humidade, a produção foi menor do que em anos anteriores, mas a qualidade, dado o bom estado de maturação foi superior.
Assim, e após boa fermentação como é previsto, haverá bons vinhos para serem provados em Janeiro, quando da recolha das janeiras.
Para colheita das uvas, e dado que nas pequenas aldeias do interior há cada vez menos pessoas disponiveis, constituimos um grupo de sete pequenos viticultores que se ajudam mutuamente.
Viveu-se uma semana de franca confraternização entre amigos e familiares.

Para o ano há mais, e como dizem na minha terra:

"Haja saúde e coza o forno"

domingo, 4 de setembro de 2011

Carvalhal - Época de vindimas


Aproxima-se mais uma época de vindimas. No Carvalhal vão iniciar-se no próximo dia dezassete.

Sem dúvida que é um período bastante característico da aldeia. Há uma azáfama contagiante, uma entreajuda e todos pedem aos seus santinhos para que o tempo corra de feição.
Entretanto, já se vão lavando lagares e adegas, para dar acolhimento a mostos que, face ao bom estado de maturação das uvas, vão certamente dar bons vinhos. As esposas dos viticultores, vão fazendo listagens das compras a efectuar, nada pode faltar para oferecerem bons almoços, doces e outras iguarias.

Esperamos que da parte da direcção da associação haja colaboração para diariamente o bar estar aberto depois do almoço.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Associação Desportiva e Cultural "Os Amigos do Carvalhal"

Por informação do senhor presidente da Assembleia Geral da Associação "Os Amigos do Carvalhal",tive conhecimento que se tinha efectuado uma A.Geral.
Nada seria de estranhar,dado que é uma competência exclusiva deste órgão a marcação das A.Gerais, só que, esta a que me refiro, foi convocada ao arrepio total daquilo que dizem os estatutos, que devem ser observados por todos os associados e dirigentes da associação.
Diz o artigo trigésimo nos pontos um e dois: A convocatória é feita por meio de aviso postal expedido para cada associado ou através de anúncio publicado nos dois jornais de maior circulação da área da sede da associação e deverá ser afixado na sede e noutros locais, pelo menos quinze dias de antecedência.
Assim sendo, e dado que este articulado foi absolutamente desrespeitado, entendemos ser um grave precedente introduzido na gestão da associação, que não só maculou o brilhante desempenho que o senhor presidente da A. Geral vinha desempenhando, e que durante vinte e cinco anos nenhum outro presidente do mesmo órgão desobservou.
Claro que este procedimento, leva a algumas especulações, nomeadamente a contestar o acto, no entanto, e para bem da associação, que todos desejamos, não devemos propalar mais o assunto.
Muitos associados certamente não compreenderão qual o motivo de tal procedimento, por mim, compreendo-o perfeitamente.

domingo, 14 de agosto de 2011

Ecos dum passado já distante



Quando jovem, por vezes acompanhava o meu avô a uma propriedade situada no Vale Morgado, próximo de Sarnadas, a curiosidade levava-me a deslocar ao aqueduto onde José Pina e Maria Bello se suicidaram.


Foi um trágico acontecimento no início do século XX, e que pôs termo a uma intensa paixão entre dois jovens, ela de 21 anos, pobre e orfã de pai, ele de 18 anos, estudante no liceu de Castelo Branco, filho de um abastado proprietário.


Este forte e profundo amor, contrariado pelos pais de José, levou estes dois desditosos namorados a buscar voluntáriamente a morte, já que a vida lhes recusava a felicidade de viver esse amor.


Os dois corpos partilharam o mesmo caixão e sepultura.


Nessa época, várias publicações deram notícias sobre o sucedido, nomeadamente a composição de Dias Loução que foi publicada no jornal A Pátria Nova, e agora reproduzida no livro de Maria Adelaide Neto Salvado que assim termina:


-Deixai cair as longas tranças pretas

Como sinal de luto e d`amargura,

E de pranto orvalhai as violetas

que florescem na sua sepultura


terça-feira, 26 de julho de 2011

Rodeios - Ecos do passado



Há tradições que marcam profundamente a alma de uma aldeia.


Em tempos idos, quando a aldeia fervilhava de gente, eram desenvolvidas várias actividades agro-pastoris, nomeadamente a cultura de cereais.


Algum milho e trigo, mas sobretudo o centeio, era cultivado nas várias encostas de solos magros e agrestes, ondulando ao sabor da brisa. Após a ceifa, os rolheiros eram transportados para as diversas eiras existentes nas lombas que circundam a aldeia e malhados por homens com manguais, dado a ausência de máquinas para o efeito.


Em dois moinhos na Ocresa, transformava-se o cereal em farinha para alimentação do corpo e espírito das gentes de Rodeios e Vale do Homem. Através de intrincados carreiros em zigue-zague ao longo das vertentes da Breda e Conheiras, chegava-se ao moinho do Poejo, situado junto á foz do ribeiro do Caldeirão ou ao das Meias, um pouco mais a montante.


Hoje, deles, apenas restam vestígios, a estrutura foi destruída pelas águas revoltosas nos Invernos rigorosos, quando a Ocresa, com o seu aspecto arrogante inundava as margens até ás açudades das oliveiras.


As gentes dessa época, amanharam as pequenas courelas à procura do pão, e assim, foram capaz de afeiçoar a terra à sua maneira natural de viver. Hoje, observa-se um verde mar de pinhos e eucaliptos que balançam sacudidos pela brisa do fim da tarde, teimando-se aqui e além em manter algumas culturas tradicionais. Com a florestação maciça, o abandono de actividades agrícolas, a pouca população envelhecida, fez com que a aldeia perdesse vida, encontrando-se em adiantado estado de desertificação.


Pena foi, não ter sido incluída no programa das aldeias de xisto, porquanto as intervencionadas têm vida e foram recuperadas e enquadradas com equilíbrio entre a construção e a paisagem.


No entanto, estamos convictos que a associação, à semelhança de outras localidades, poderá ser elemento catalisador na promoção e revitalização da aldeia. O referencial das tradições e saberes, são elementos essenciais nessa dinâmica.


Esperamos que assim seja.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Carvalhal - Museu Etnográfico




Este museu surgiu, por um lado, pelo desejo e empenho de dois amigos do Carvalhal, Vasco Gaspar e Joaquim Ribeiro, por reconhecerem a necessidade de abordar tradições e de alguma forma, efectuar uma viagem ás origens e ecos do passado.


Reconhecendo também, a necessidade de perservar e divulgar a cultura popular da aldeia.


Todo o seu acervo, que se encontrava disperso, foi recolhido e oferecido por grande parte dos habitantes e está dividido em quatro alas.


Numa delas, está representada uma cozinha beirã, onde se pode observar todos os utensílios necessários e frequentemente utilizados. Em anexo, na ala do linho, podemos ver todo o percurso necessário ao amanho do linho, desde a sementeira á saída da peça urdida no tear. Toda a componente exposta, faz-nos imaginar a vivência das gerações passadas que desbravaram montes e vales de solos magros e agrestes.


Passando a outra ala, de maior dimensão, aí estão representações de actividades em desuso expostas em vários núcleos, como o pão; sapateiro; barbeiro; carpinteiro, bem como diversas ferramentas ligadas ao amanho da terra, nomeadamente: cangas, arados, charruas, manguais e muitas outras que foram utilizadas na actividade agro-pastoricia.


Por fim, podemos observar o núcleo do ferreiro, uma forja com fole e toda a gama de ferramentas necessárias a esta profissão.


Em todas as actividades implementadas, está presente a ligação á comunidade da aldeia e, embora sendo um museu de expressão local, cedo se revelou um pólo de atracção mais alargado.


Foi na constituição da associação, complementada pelo museu e sepulturas rupestres, que de algum modo se pretendeu revitalizar a aldeia.



segunda-feira, 30 de maio de 2011



Estas fontes deram água a dezenas de gerações. Era também para aqui, na véspera de S.João, que os rapazes, pela calada da noite, traziam os vasos floridos das raparigas solteiras.

Hoje, são fragmentos que ilustram as brilhantes páginas da história dos antepassados da aldeia.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Pia Baptismal


Não obstante já ter sido referido, continua a um canto, no exterior da igreja, sujeita aos diversos factores de degradação ambientais, cheia de terra e ervas, a antiga pia baptismal do Carvalhal, datada de 1773.

Digam o que disserem, considero ser um desrespeito pelos valores ancestrais, que a Comissão Fabriqueira está a demonstrar. Estão a quebrar um traço de união entre o passado e o presente que ela simboliza. Há traços de afectos e emoções sempre que nela poisamos os olhos.

Basta folhear páginas de memórias descritas por gerações do passado recente, que testemunham o respeito que merecem os antepassados da aldeia.

Se considerar-mos que a aldeia tem um lugar onde testemunhos do passado estão a ser preservados e divulgados, pela responsabilidade moral a que estamos vinculados, ou pelo valor sentimental que lhe é atribuído, é dever da Comissão Fabriqueira tomar as medidas adequadas para uma boa preservação.

Assim exigem aqueles que pretendem acautelar valores culturais e transmiti-los às gerações vindouras.

sábado, 16 de abril de 2011

As Maias



Se há época do ano que dá prazer passar a maior parte dos dias no Carvalhal é a que está a decorrer.

Em Abril a aldeia tem mais vida, é o inicio de várias sementeiras e plantações horticolas, as pessoas movimentam-se mais. É nesta época que a Primavera está no máximo esplendor, além de outras plantas, as maias floridas, exalam um intenso perfume. A temperatura amena propicia a caminhadas por trilhos e veredas, proporcionando recolher em locais próprios, as saborosas merujes.



É um prazer agradável adormecer num silêncio absoluto, só quebrado pelo ruído de alguma ave nocturna e acordar com o chilreado das mais madrugadoras nas árvores mais próximas. O mais exaltado parece ser o cuco, talvez por não ter que fazer o ninho e servir-se do ninho dos outros. Afinal há alguma vantagem em viver neste interior profundo.


sábado, 5 de março de 2011

Amendoeiras em flor


É neste período de carnaval que maior número de visitantes vêm a esta região de riba côa.
A motivação principal que os leva a visitar estas paragens, é sem dúvida, as amendoeiras em flor. Quando floridas, estas são rainhas, apresentando lindas paisagens. Também as câmaras locais, aproveitam este período,para promoverem feiras de cariz tradicional e desfiles carnavalescos, em Pinhel foi alusivo ao tema - a vinha e o vinho.

Não deixa de ser também um período ideal, para se saborear alguma gastronomia própria da época, nomeadamente: grelos à pobre e bucho cozido com grelos.

Hoje, já não é necessário ir a terras transmontanas para observar as amendoeiras floridas, podem ser vistas nestes concelhos de riba côa, graças à acção dinamizadora da cooperativa Coamêndoa. A imagem que se junta foi recolhida no Carvalhal.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Testemunhos do passado.


É certo que o presente alterou profundamento tempos idos bem como outras realidades, também é certo, que para se construir o futuro, o devemos alicerçar com base no conhecimento e valorização do passado.
Deixo-vos um testemunho da vivência de outras eras no Carvalhal e em muitas e muitas aldeias do interior:

Depois da farinha peneirada, amassada, fermentada e colocada no forno, é esperar sessenta minutos para se poder saborerar o pão quentinho e de um sabor especial.

Hoje, não por falta de lenha para aquecer o forno, mas por comodidade, compra-se o pão ao padeiro que, de aldeia em aldeia, o vai distribuindo de porta em porta.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Edifício Escolar -Continuação

Transcrevo o E-mail enviado ao senhor Presidente da Câmara de Pinhel.

"Não duvido que V.Exª ainda tem presente a reunião havida há quatro anos, com representantes do Carvalhal.
Informou V.Exª, que o edifício escolar, seria recuperado após as recuperações em curso na Penha Forte e numa anexa do Pereiro.
Para evitar a total degradação, esperamos que V.Exª, inclua em agenda para o ano corrente, o edifício do Carvalhal.
Atenciosamente
Carvalhal.08.02.2011"

Nota.
Se és amigo do Carvalhal, envia também uma mensagem.
Vê contacto no texto anterior.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Edifício escolar


Cortaram os arbustos que circundavam o edifício escolar do Carvalhal, nomeadamente algumas acácias que, quando floridas, tornavam o local mais agradável.
No entanto, assim, deixa bem visível o estado de degradação que a Câmara e Junta de Freguesia deixaram chegar o edifício.
Não obstante há quatro anos, o presidente da Câmara ter prometido, que o mesmo seria recuperado após o termo de outras recuperações em curso, nada foi feito.
Não duvido que muitos dos naturais, amigos, ou outros ligados ao Carvalhal por laços diversos, têm acesso a vários canais sociais.
Seria bom que através destes, fosse desencadeado um circuito de pressão junto da Câmara, de forma a criar motivação para a sua recuperação.
Não importa o destino a dar, seja para museu escolar, seja para habitação ocasional, ou para venda em hasta pública, revertendo o produto para beneficio da aldeia.

Urge sim, tomar medidas.

Trata-se de património de todos os carvalhenses e muitos lá viveram momentos inesqueciveis da juventude. Assim, sugiro que sejam enviadas mensagens, apelando á sua rápida recuperação. Se esta proposta não contagiar os naturais e amigos do Carvalhal, não deixa de ser uma pedrada no charco.

Deixo-vos contactos para utilização, caso seja essa a opção.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Vamos cantar as Janeiras...

Nem as temperaturas negativas, desmotivaram vários conterrâneos residentes em vários pontos do país, de viram ao Carvalhal confraternizar com os que aqui residem, o S. Sebastião e o cantar das janeiras, este ano celebrado no sábado dia vinte e dois.

É com muito agrado, que verificamos que cada vez mais os jovens se associam a estas manifestações, uma garantia que nos é dada, pela continuação das tradições que fazem parte das raízes culturais do Carvalhal. Assim, todos nós, mais idosos e jovens, estamos de parabéns.

No início da tarde, procederam os vários mordomos à arrematação das oferendas, cada um procurando arrecadar mais alguns euros para o santo de que são patronos. Pena é, que não haja também um mordomo ou mordoma para o Stº. António, que continua esquecido no seu nicho.
De seguida, nem o vento gelado vindo do norte, arrefeceu as gargantas das mordomas que, acompanhadas por grande magote e acordionistas locais, percorreram as ruas do Carvalhal cantando as janeiras e recolhendo chouriças e demais enchidos, posteriormente confecionados na sede da associação.

Deixo-vos ilustrações, bem como os cantares das janeiras.


Esta noite não se dorme
Vamos cantar as janeiras
Cheira a cravo, cheira a rosa
Cheira a flor das laranjeiras


Aqui mora gente honrada
É casa de lavrador
Que tem a mulher bonita
E a filha como uma flor


Ó que linda estrela brilha
Além dos lados do norte
A esta mui nobre casa
Deus lhe dê uma boa sorte


Vamos dar as despedidas
Como a cereja ao ramo
Se não voltarmos a ver-nos
Meus senhores até p`ró ano


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Falecimento

Foi hoje a sepultar no cemitério do Carvalhal, Gracinda da Conceição Pinto Pereira. Viúva de Horácio Afonso Pereira, que foi sócio fundador da nosso associação, e mãe do nosso associado Amadeu António Pinto Pereira.
Que descanse em paz.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pedido de morada

Alguém saberá informar-me a morada do nosso conterrãneo e amigo António Almeida Amaral, filho do Ti Zé Amaral e da Ti Carolina.
Reside em França.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Passagem de ano no Carvalhal


Sem reveillon com ofertas de luxo e produtos gourmet, bastou chouriça assada e alguns frutos secos, para se conviver em franca confraternização e amizade.
É nesta convivência e amizade, simples e pura, que faz as pessoas mais felizes.
Oxalá, que para o ano seja assim.

Festas de S. Sebastião

Pede-nos a comissão de mordomos das festas de S.Sebastião, e em complemento ao comunicado que fizeram no jornal "Noticias do Carvalhal", para informar que a arrematação de ofertas e cantar das Janeiras, se vai realizar no dia 22 de Janeiro e não a 23 como foi comunicado.
-É nestas e noutras manifestações que o povo do Carvalhal se une para transmitir às raízes que estão a crescer, a magia e valores culturais que perservam dos seus antepassados.